09 Mai - 10 Jun
Altar

Segundo Julia, nesta exposição, “Cada pintura é um altar onde os símbolos de variadas crenças e objetos ligados à superstição se misturam. Elas falam sobre a vontade de acreditar, sobre a vontade de repelir o mal e atrair o bem, sobre o desejo por proteção quando nos sentimos tão desassistidos pelos poderes constituídos aqui na Terra. Os acúmulos de ícones e referências parecem deixar claro que a vontade de acreditar é maior do que uma única crença. Ela se alastra pelo tempo e se agarra onde pode, escorada em mitos e deuses antigos. Com essas pinturas, busco criar unidades de representação que causem, simultaneamente, sensação de identificação e estranheza. Atrair e repelir. Amuleto e talismã. A fé popular se move com movimentos que atraem o que é bom e repelem o que é mau.”

Juntamente a individual houve o lançamento do livro Derlon, e na Sala Anexa obras da Clara Veiga.


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