30 Set - 31 Out2009
O Multiplicador de Infinitos

A obra de Claudio Paiva dialoga com o mundo de modo poético e humorístico. E dá prosseguimento a uma tradição que, no Brasil, reúne artistas e poetas em torno dos movimentos concreto e neoconcreto.
A estrutura espacial do poema, seu caráter não discursivo – o poema podendo tomar não importa que forma – sem lugar estabelecido, funde-se às questões vinculadas ao objeto de arte.
Antes de tudo, na obra de Paiva, é a linha que orienta e circunscreve essa singular configuração poética. O humor nasce do encontro de visual e verbal. Dois momentos de seu percurso são mostrados nessa exposição: desenhos, de 1974, bem como as Instalações de Bolso (assim qualificadas por Luiz Alphonsus e adotadas por Claudio Paiva) e desenhos recentes. Não há, portanto, nem começo, nem fim, mas a tentativa de exibir num só espaço essas séries.


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